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Ser o que tem de ser...

Confessado por Mulherde30, em 28.04.16

Há momentos em que escolhes um caminho sem olhar mais para trás. E não te arrependes.

E um dia, ao olhares a estrada, percebes que fizeste tudo errado e que as escolhas, apesar de certas, te levaram a um destino que não escolheste.

E a partir daqui, há uma infinidade de vida por viver.

Esta é a vida que tens. Mesmo que muitas vezes sintas que não era suposto ser a tua.

Faz o melhor que sabes. No fim, vai correr bem...

publicado às 17:30

Cá por dentro...

Confessado por Mulherde30, em 29.02.16

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 Enquanto pensares que a felicidade te chega por coisas ou pessoas que tenhas na tua vida, passará a vida sem nunca seres feliz.

Felicidade é o que existe por dentro de nós. Nunca lá fora.

publicado às 14:44

À espera...

Confessado por Mulherde30, em 28.12.15

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A verdade é que se criam laços e apegos e cumplicidades que ficarão para sempre.

E tenho tantas saudades tuas...

publicado às 13:00

Feliz Natal

Confessado por Mulherde30, em 23.12.15

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 Dizem que nasceu um menino...

Talvez seja altura de também eu, nascer.

publicado às 16:30

O café e o amor...

Confessado por Mulherde30, em 16.12.15

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 Eu preciso mesmo é de um café cremoso curto e quente. E um amor sem gelo.

Por favor.

publicado às 18:01

Mudar de vida... outra vez.

Confessado por Mulherde30, em 28.10.15

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 A minha sorte é que tenho coragem. Para mudar, mudar-me e mudar de vida. As vezes que forem precisas.

Abandonei o que não me acrescentava: o trabalho, o marido, o tabaco.

A relação com o tabaco era muito mais longa que com este trabalho e que com o marido.

Na vida, sofre sempre menos quem se adapta, certo? Foi o que fiz. Precisei adaptar-me àquilo que sentia preciso para ser feliz.

Um dia, do nada, disse que era o ultimo cigarro. E foi.

Olho para todas as pessoas que ao longo da vida me criticaram e julgaram e diziam que tal faz mal, e só me apetece dizer-lhes: fodam-se. Há coisas que só são nossas. E quanto mais me diziam para não o fazer, mais queria fazê-lo.

Um dia, não quis mais. Porque decidi, por mim. Depois de 18 anos.

Se está a ser difícil? Nada!

Porquê? Porque não o faço por mais ninguém além de mim.

 

E depois acordei um outro dia, bem cedo, sem vontade de estar na cama e disse-me: vou correr. E fui.

Eu, que sempre dizia que se me vissem correr, era bom que corressem também, porque devia ser coisa grave.

 

Muda-se e muda tudo do avesso. O que era sempre, é nunca mais. Ou pelo menos, não para já. A vida segue, agarra-a. Luta ou desiste.

Sim, estou mais perto de ser feliz...

publicado às 17:01

...

Confessado por Mulherde30, em 06.10.15

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publicado às 20:42

Aos 40....

Confessado por Mulherde30, em 29.09.15

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 ... que nunca esqueça a mulher que fui aos 30.

A que passou, viveu e deixou as marcas tatuadas na pele.

publicado às 09:45

Aqui nos 40...

Confessado por Mulherde30, em 04.09.15

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 40, já ninguém mos tira!

O meu balanço? Foram os melhores que podia ter vivido. Vivi uma vez e da melhor maneira possível.

Se me arrependo? Não. Mesmo ao olhar para trás, se pensar que podia ter seguido um caminho diferente, só por si, não me faz arrepender. Porque na altura, o caminho que segui foi o que me pareceu o caminho que devia seguir. E claro, quem me garante que não me arrependeria se tivesse escolhido outra estrada?

O tempo esgota-se e tenho pressa. Da mesma forma que caminho devagar. Por estar resolvida por dentro. Já não corro. E sou urgente. Chega a serenidade, a tranquilidade, um quero-lá-saber para o resto do mundo...

 

O que sei é que olho para trás e vejo amigos que ainda hoje mantenho. Isso, vale tudo.

Amigas que sabem de histórias e amigas que as viveram comigo. Amigas que me viram cair e antes de me levantarem, me trouxeram um café. Amigas que riram comigo até doer a barriga. Amigas que choraram e me viram chorar. Amigas com quem fiz coisas certas. E muitas outras, erradas. E elas lá.

 

Na verdade, fiz muitas loucuras na minha vida. E guardo-as na memória, com carinho. E foram as loucuras mais saudáveis que poderia cometer!

publicado às 20:31

Que o medo seja coragem...

Confessado por Mulherde30, em 29.08.15

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 Às vezes a coragem chega-nos assim, por desespero.

Porque já não queres mais essa vidinha do vai-se andando.

E quebras os muros e já não queres saber de mais nada. Queres apenas encontrar-te e que o outro se encontre para que, quem sabe, num futuro, resulte e exista mesmo, um futuro a dois. E na verdade nem é isso que te incomoda. Porque foi durante tanto tempo tanto faz, que agora tanto fez.

Pouco te importa o que possam pensar, o que possam dizer. Nada do que sentes agora, no fim, é pior que o que sentias antes do fim. Porque em cada fim, sabes bem, há um inicio.

Não te sentes triste, nem mal. Sentes, isso sim, que estás a fazer algo para mudar a merda da tua vida. Agarrar o touro pelos cornos. Porque já te chega desse chove e não molha, desse nem fode nem sai de cima.

Porque não queres mais a vidinha de sempre, da forma de sempre, com palavras de sempre. Porque queres mais, podes mais e mereces mais. E pensar que estás a encarar a vida de frente enquanto lhe dizes baixinho fode-te, dá-te força para acreditar que valerá a pena o esforço, a saudade ou o que quer que seja isso que sentes aí por dentro de ti.

 

O que correu mal? Nada. Apenas muitas vezes, na beira do abismo, tens mesmo é de dar um passo atrás. Só para não continuares tentando enquanto morres devagar, por dentro. Onde vives a tua vida sentado e quieto de camarote, existindo sem existires e vivendo sem viver.

 

Dar um passo atrás, olhar a vida de longe, de fora. Analisares e analisares-te. Fazer alguma coisa. Tentar.

E na tentativa, o medo. E na vida que ainda está todinha por viver, a coragem.

publicado às 20:24


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