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Um agradecimento do tamanho do meu coração...

Confessado por Mulherde30, em 26.02.06


Creio que já posso respirar. Agora que já não sinto o sangue a fugir-me das veias, que já não sinto que o mundo e os astros conspiram contra mim, posso abrir um sorriso e agradecer a um Deus maior.

Já está em casa, já começou a comer, já passa mais tempo acordada.
Já refilou comigo a chamar-me de chata... significa que está de volta.
O mano, talvez por vê-la assim numa brincadeira ou outra com ele, já o vejo com os olhos mais brilhantes.
Apesar de ainda ter dores, o que creio ser normal, já ri para nós, já vai brincando com as palavras. Partiu uma clavícula. Agora é apenas o tempo para recompor tudo, para colocar tudo no lugar, para se habituar a ter os movimentos mais presos.

Agora, que já não passo os dias no trabalho e as noites a chorar, pedindo silenciosamente que não permita, que não permita, que não permita... creio que tambem eu estou de volta, no meu estado estranho de ser.


Mas hoje, o que quero é agradecer. A todos vós, que de uma maneira ou outra me deram uma palavra. Todos sabemos que os outros nada podem fazer. Eu nada pude fazer...e a impotência destruiu-me criando em mim o medo de a perder.


Mas por vezes é bom sabermos que temos alguem do outro lado, mesmo sem rosto, que nos diz que está lá, que nos dá um pouco mais de coragem para enfrentar estas peripécias que a vida nos trás.


Obrigada. De coração.
É que por vezes, mais do que alguem pensar em nós, é muito mais valioso quando no-lo dizem...
Um beijo repenicado na bochecha de cada um, com carinho.

publicado às 13:04

O mundo pelos teus olhos...

Confessado por Mulherde30, em 22.02.06

Imagem 001.jpg

Quando cheguei ao hospital, estava ele, tão pequenino, com a testa encostada ao vidro da janela. Viu-me, correu para mim, deu-me um daqueles abraços de criança apertadinhos que só me fizeram chorar mais.

Voltou-se de novo para a janela, com os olhos tristes. Nem sei se via ou se olhava apenas para além de uma sala de espera cheia de crianças a chorar, de rostos de pais assustados...
Encostou a boca pequena e embaciou o vidro desenhando com a mãozinha uma menina.
- É a mana?
- É... a maninha está doente, sabias tia?
- Sei. E tu estás triste.
- Pois estou, tu tambem. Estás a chorar.
- Consegues contar à tia o que se passou?


Dizem que os gémeos têm uma ligação mais forte que outros irmãos. Nã sei se é verdade. Sei, isso sim, que via ali o meu sobrinho, tão frágil, de olhar tão perdido, a falar-me da irmã. A explicar-me, enquanto desenha no vidro embaciado da janela, como tudo aconteceu. A falar-me da irmã que está algures num quarto deste hospital pediátrico, transportada de um outro, vítima de atropelamento.

- Nós passámos na passadeira, tia... mas estava um carro estacionado e não víamos bem se vinha algum carro na estrada. Vínhamos da escola, já mesmo a chegar a casa da avó. Depois eu vi o casaco da maninha a ir pelo ar e pensei:" vou apanhar o casaco da minha maninha". E quando cheguei lá, a cara da maninha estava no casaco, era a maninha que ia no ar, não era o casco da maninha. Ela ia com aquele casaco cor de rosa que ela gosta e que fica chateada quando lho puxo, sabes? E depois a maninha estava a deitar sangue e eu queria pegar nela ao colo, mas não conseguia. Então gritei socorro... ajudem a minha maninha. E veio um senhor que me disse para não pegar nela e depois chegou muita gente a gritar que ela estava morta... e eu fui chamar a avó e tu não estavas em casa. Onde estavas tu, tia?
- Estava a trabalhar, meu querido.

Ele voltou-se para a janela. Eu de coração a rebentar-me o peito por saber dela lá dentro e dele ali, a assistir a tudo isto. Com sete aninhos? Não é suposto ser assim...

- Não fiques triste, vais ver que amanhã a mana já está em casa.
- Como sabes?
- Não sei, meu azeitoninha preta, não sei. Só acredito...
- Em Deus?
- Sim...
- Mas tia, e se Deus gostar tanto da minha maninha como eu e quiser levá-la para brincar com ele como fez com o avô?
- Ele não fará isso, meu amor...
- Não?
- Não...
- Como sabes?
- Tambem não sei...


Ficam as respostas por se dar... fica o peito e os olhos a rebentarem em lágrimas, o peso do mundo inteiro nos ombros, a incerteza, o medo, toda a dor, dividida e multiplicada por todos...porque não há respostas a dar. Ficam as horas de espera que nunca mais terminam. Vem a raiva por não se acreditar que a vida possa ser só assim, cruel.
No fim, de que vale tudo? Nada...
Fica a fé... e os olhos tristes de uma criança que vê o mundo da forma mais pura, mais simples, mais frágil. Só porque ama...

publicado às 01:16

O que sinto...

Confessado por Mulherde30, em 18.02.06

susana catarina antunes correia.jpg
Fotografia: Susana Catarina Antunes Correia


Sábado... chove lá fora, o vento assobia. E eu aqui, adivinhando uma noite longa com sabor a eterno, deixo o pensamento voar.
É apenas mais um dia de desejo contido, de vontades satânicas, de pensamentos pecaminosos, de me perder nos braços das loucuras inexplicaveis do prazer.
Só porque sim.

Lembro os beijos de chuva... aqueles que ficam e os outros, os que se desejam. Hoje é um sábado perfeito para beijos de chuva. Um dia perfeito para beijos. Beijar cada milimetro de pele, misturar odores saliva e suor. Deixar sair o tanto que se prende cá dentro. Só por prazer...

Talvez hoje a pele se rasgue e queime com outra pele, talvez se percam os corpos na procura da alma, que se sugue a vida num sopro de alguem, que se solte o grito, que se esqueça o mundo e a chuva que cai lá fora. Só por amor...


Hoje eu sei... não vou fingir que não quero nem dizer que não sou capaz. Não vale adiar mais isto que tanto procuramos. Desejamo-nos. Basta. Não é preciso mais nada. Depois? Pouco importa. Tenho a certeza de que ficará sempre a parte mais bonita da história. O reencontro. O saber que a paixão ainda mora lá escondidinha, quase meia perdida em nós. Depois de tanto tempo, de tantos anos. Talvez seja hora de completar o que ficou por fazer.

Hoje eu sei que não te vou recusar. Hoje eu sei... que se me chamares, eu vou.
Creio que mais que te dar uma oportunidade, devo dar essa oportunidade a mim mesma.

Não custa nada, pois não?

publicado às 14:44

Jantar dos encalhados...o ano seguinte.

Confessado por Mulherde30, em 15.02.06

luacheia_imagem_01.jpg


Jantar dos encalhados, outra vez. E continuo a recomendar...

É claro que o amor até é giro... mas enquanto não se chega a essa parte,toca de aproveitar a vida e comemorá-la da forma que se pode.
Comemorá-la como ela é. Mas porque raio só se comemora em grandes ocasiões? Nada disso...sou encalhada, pois sou. À liberdade. Sou mais que isso: sou disponivel. E gosto.

Lá juntámos o grupo com morangos à mistura, o bacalhau que neste dia não pode faltar como manda a tradição, as conversas menos próprias, o riso... lá vimos os casais que nos rodeavam...aqueles que se notava o amor e os outros em que se notava que as flores pousadas na mesa foi só mesmo por causa das amigas dela (que nunca a deixariam perdoar-lhe se o desgraçado não lhe tivesse oferecido as flores caras como os travões porque neste dia é como no dia dos finados: as floristas triplicam o preço).


Lá fomos de verde que é a cor do amor...
E vi o grupo. Os que estavam tristes por estarem (ainda) deste lado. E outros que pouco se importam com a condição desde que a vida seja rodeada por quem nos quer bem, que mesmo que a cama seja fria, as noites e os dias são cheios porque não nos sentimos sós, porque temos aqueles que estão lá. Sempre.
Lembrei de quem não esteve presente este ano, e observei os novatos que se juntaram.


E senti que a vida é sempre assim: há tantos outros como nós!


Dia dos encalhados. 14 de Fevereiro.
É que para quem tem cara metade, o dia deve ser comemorado sempre...deixem lá este diazito de 24 horas para quem não tem outro para aturar....


Até a lua esteve presente...linda.

publicado às 22:32

Falar de amor...

Confessado por Mulherde30, em 09.02.06

p.jpg
Fotografia:?

Hoje quero falar de amor. Sim, de amor.
O amor que não se cala, não se esconde, não se guarda. O amor que se dá com coragem, sem medos. O amor que transpõe barreiras, que grita alto para se fazer ouvir...
O amor.


Falar de amor... quem melhor que alguem que ama para o fazer?
E por isso, o artigo que se segue, é da inteira responsabilidade do interveniente.
Alguem que falará de amor na forma mais plena. Porque ama.
É um falar do sentir... é um falar de amor sentido.

É falar escrevendo para "alguem que habitualmente costuma vir aqui ler algo que na sua vida tem feito sentido....para alguem que neste momento está indecisa e espera a vinda de algo que já tem!"

“Olá Lua!
Estou deste lado porque quero sentir ainda com mais intensidade a paixão e não temo o amor para contigo.
Sou alguém que a qualquer momento deixava de fazer o que quer que fosse para fugir para os sonhos comuns!
Todos os dias agradeço porque tive a feliz oportunidade de conhecer esses teus olhos brilhantes e de me poder apaixonar pelo teu arfar… lua!
Até hoje continuas lua cheia de sonhos, expectativas, saudade a cada hora que passamos menos perto um do outro, cheia de vontade de continuar a crescer!
Aconteceu… as nossas almas entrelaçaram-se, mais do que as nossas próprias mãos. Percorro, assim, todos os caminhos para te encontrar mais perto de mim sem te cansar!
Dá-me um nó no estômago quando penso que posso encontrar a felicidade junto de ti! Dá-me um outro nó no estômago quando sei que talvez gostasses de também estar perto! Finalmente o terceiro nó enleia-se ou então enLila-se tornando-te a ti eternamente responsável por aquilo que me cativas.
Apenas me sirvo deste meio para chamar toda a tua atenção e nos lembrar que neste momento não podemos viver juntos mas temo na certeza de nunca podermos viver um sem o outro, sei que a vida habituou-nos mal... Para mim isto já não é erro nenhum! É apenas uma escolha que se torna cada vez mais complicada de não a poder fazer!
Como tu já sabes… Adoro-te demais!”

Como confissão: A vós, as maiores felicidades. Que o vosso caminho, mesmo que esburacado poeirento e dificil, seja sempre o caminho dos dois.

publicado às 23:01

Temos homens.... (só não sei onde!)

Confessado por Mulherde30, em 05.02.06

CAE1QF63.jpg

Tenho que confessar...andam por aí umas espécies masculinas que pura e simplesmente me deliciam.
De verdade.

Nestes ultimos dias, em que me tenho dedicado um pouco mais a observá-los, tenho-me rido com vontade. Creio até que tenho os abdominais mais durinhos.
Aparece-me cada um na rifa que só mesmo a mijar-me a rir.

Temos machos, temos machos! Ui...ui... é que até nos endoidecem! (pelos piores motivos, claro)...mas tambem de homem não se pode esperar muito..., quer dizer de ALGUNS homens, de ALGUNS homens!!! Só ALGUNS!
Ai credo que ainda me fuzilam. Mas pior é se algum lê isto e se revê nos acontecimentos...pois. Quer dizer que estou mesmo fo**da...

Coragem Raquel, coragem...


Durões, a pensar que estão repletos de charme, que papam todas e mais algumas, que nada que mexe lhes escapa e depois vai-se a ver.... machos que lançam olhares felinos, que se metem numa de de quem se quer lambuzar, andam de roda, de roda, fazem dança de acasalamento e tudo e depois.... pois, depois é a melhor parte.

Tenho visto com olhos de ver.
Digamos que nem tenho andado tão disitraida, e quando um jeitoso entra já eu me estou a chibar às amigas...e é estranho, porque antes eles entravam, bebiam e saíam e eu nem dava conta.
Isto tem uma parte boa. É que sou a primeira do grupo a ver aqueles que aparecem e que têm tudo no sitio. Mas o problema dos homens que têm tudo no sitio é que nunca estão no sitio certo. A minha cama, por exemplo, era o local ideal! heehehhehe

Mas tenho dias, e quando me apetece entrar na brincadeira, entro. Gosto de gajos que sejam muito à frente.
Noticia do século: Não há. Esqueçam meninas, já não existe disso.
Não nos acompanham. Uma gaja dá-lhe uma resposta que não seja sim ou não e eles ficam com cara de cachorrinhos abandonados, sem saber muito bem o que fazer ou o que dizer e acabam por ir embora. Desorientadinhos de todo. E cá para mim, creio que vão porque se sentem, digamos, não capazes de pedalar ao mesmo ritmo. Se é que me entendem...

(meninos, claro, há excepções!) heeheheheh

E já que aqui me posso chibar, me posso abrir todinha que nem uma ostra, que ninguem me conhece, ninguem sabe quem eu sou, vou deixar aqui o testemunho de acontecimentos recentes.
Se isto é confessionário, há que confessar. E já que ajoelhei...


Deu-me para olhar para ele fixamente, daqueles olhares em que nem se pestaneja. Pronto, era um puto, mas era giro. E eles, mesmo que ainda não estejam no ponto, têm que se ir habituando.
Ele, coitadito, já nem sabia muito bem nem onde colocar as mãos. E eu sem desarmar. Com a maior cara de pau, sem desviar os olhinhos.
As amigas a dizerem ah que tal, coitado, está incomodado...
Não quero saber.
Gostei. Ganhou tomates e veio ter comigo. Eu sorri. Ele pergunta porque estou a olhar para ele.
Pronto. Errado.
Ele devia dizer que tambem me achava interessante. No minimo. Ou no máximo, que eu era um espetaculo. Pronto, era uma mentirinha, mas uma mentirinha piedosa. Ficava-lhe bem e eu nem me ia importar, mas o que é que ele fez? perguntou-me. Quis saber o porquê de uma acção minha. Intrometido! Cusco!
Portanto, teve como resposta euzinha, a fingir-me de surpresa.
- Eu? para ti??? Não, és muito novo... era para o teu colega. Tenho estrabismo, deves ter confundido.

Atitude dele? Enfia o rabinho entre as pernas e vai embora, cabisbaixo. Claro, errado outra vez. Devia ter dito, ah que tal, é pena...


OK, como confissão: às vezes sou mazinha. Talvez exija demasiado de uma espécie um pouco mais limitada. Mas eles acham-se o sexo forte, que fazer?
Gosto de os testar, ver até onde sabem, podem e querem ir. Mas eles desistem logo à partida! Não tenho culpa!!!

hehehehehehe...hoje estou para isto

Mas há outros....oh se há. Os que se dizem maduros. Para mim, maduros mas já com bicho.

-És muito bonita....(blá blá blá, a conversa de sempre)...podias dar-me o teu nº de telefone.
- Ah, pois, mas não tenho!
- Não tens telemovel? (ele com um ar surpreendidissimo!)
- Não! Qual o espanto? Quem quiser que me procure! Gaja que é gaja, no máximo, tem o phone mobile...
- Então eu dou-te o meu...
E ele começa a escrever num papelinho o nome e o nº... eu pego no papel, fico a olhar e faço-me de estupida.
(Adoro, acreditem, fingir-me de burra. Pronto, às vezes sou mesmo...)
Pergunto-lho o que é. Ele diz que é o nome e o nº...
- Eu não sei ler...só fiz até à 4ª classe e não tenho treinado muito.

Por vezes é complicado dizer, entre estupidez, que não estamos interessadas.
E se alguns bebessem menos, talvez conseguissem raciocinar e pronunciar, pelo menos, uma frase de jeito. Mas eles, quando bebem, é um fartote. E mais: bêbedos, dizem-nos tudo! É o máximo...a minha alma fica deliciada com certos homens. Tenho que dizer isto. É verdade!

Mas há mais...
- Posso pagar-te uma bebida?
- Não obrigada, já bebi.
- O que bebeste?
- Um café.
- Mas isso não é bebida!
- Não? Que chatice, e agora? Será que me vai fazer mal? É que eu não mastiguei!

Ele sorri...eu continuo:
- Mas deixa lá, um de nós tem que estar sóbrio!

Outro pergunta-me como me chamo.
Eu, com a maior descontracção, digo-lhe que depende... se estiver bem disposta, brasa, boazona...por vezes parva, não tenho nome certo para me chamar.
- E os outros como te chamam?
(atenção ao pormenor, este está lá....)
- Raquel. Os outros costumam chamar-me Raquel.


Mas o orgasmo é quando me perguntam se me podem conhecer....heehehhhe
A um respondi-lhe que o mais certo era ele desistir entretanto. É que nem eu me conheço e já convivo comigo há alguns anitos!

A um outro disse-lhe:
- Depende, se me deixares tocar no teu sony ericsson...
- Mas eu não tenho um sony ericsson!
- Não!? Que pena...então nada feito.

Meninas e digo-vos que o sony ericsson costuma, atenção, costuma! vir com um acessório chamado homem de lamber os beiços! heehhehehehe...a sonny ainda me vai pagar por lhe fazer subir as vendas do ericsson! heehheeheheh

O momento in dos ultimos tempos é quando, na pista de dança, eu com o pedal todo, porque água do luso com sono dá uma pica do caraças, se chega um ao pé de mim e me pergunta se me pode conhecer.
Lanço-lhe todo o olhar sensual (penso eu!) e digo-lhe ao ouvido:
- Deixa-me pensar...
páro um pouco, volto a chegar-me a ele....e pergunto-lhe:
- Mas como me queres conhecer?


É de rir...ver a cara com que ficam, a arquear as sobrancelhas e com os olhos arregalados. Pronto, fica-se logo a saber os que interessam e os outros. Que são quase todos...
Tansos! É que não percebem nada! Depois claro, gaja que é gaja fica chateada.
E nem me venham cá dizer que tal, esquisitinha, põe defeito em tudo...essas merdas.


Na pista, um roça-se a mim que nem doido, como se tivesse o diabo no corpo. Até aqui tudo bem, que eu até gosto de gente que tem o diabinho lá dentro das entranhas... mas quando não me dá espaço nem para mexer as minhas pernitas, páro, olho para ele e ele tudo entusiasmado fica a olhar, a sorrir.
- Vá, mostra-me lá o que vales.
Fica horrorizado a olhar para mim, timido e envergonhado e continua a dançar muito devagarinho.


Que merda. Há falta de gajos muito à frente, que nos respondam, que sejam criativos, que tenham humor...
Aparecem estes que ficam assim, incredulos...

Não entendo...nem é dificil de acompanhar, mas pronto, a pensarem assim, só com essa cabecinha pequenina, ninguem vos pode pedir muito, né?


Mas deixo a sugestão...quando forem à caça, planeiem. Com a outra cabeça. É capaz de dar melhor resultado...
Claro....digo eu que nada sei.

publicado às 16:19


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